Rio Grande do Norte PDF Imprimir E-mail




Origem e Formação do nome

A ocupação do Rio Grande do Norte pelos portugueses aconteceu a partir do final do século XVI, com a expulsão dos franceses que ocupavam a região desde 1535.

Em seguida à vitória contra os franceses, foi construída, em 1598, uma fortaleza, chamada “Fortaleza dos Reis Magos”, dando origem à cidade de Natal, que passou a se constituir a mais setentrional defesa do Estado português na região que viria a ser, mais tarde, o Brasil.

O povoamento, no entanto, deu-se lentamente até 1633, quando a região foi conquistada pelos holandeses que a ocuparam durante 20 anos, tendo os índios nativos como fortes aliados.

 

História do Estado

A ocupação do Rio Grande do Norte pelos portugueses aconteceu a partir do final do século XVI, com a expulsão dos franceses que ocupavam a região desde 1535.

Em seguida à vitória contra os franceses, foi construída, em 1598, uma fortaleza, chamada “Fortaleza dos Reis Magos”, dando origem à cidade de Natal, que passou a se constituir a mais setentrional defesa do Estado Português na região que viria a ser, mais tarde, o Brasil.

O povoamento, no entanto, deu-se lentamente até 1633, quando a região foi conquistada pelos holandeses que a ocuparam durante 20 anos, tendo os índios nativos como fortes aliados. Os holandeses desenvolveram a exploração do sal, o cultivo da cana-de-açúcar e a criação de gado.

Em 1654 os portugueses lograram finalmente expulsá-los, mas tiveram, em seguida, que enfrentar forte rebelião das tribos indígenas - a Confederação dos Cariris - contra o regime de escravidão a que eram submetidas. Essa guerra durou até o final do século XVII.

A partir de 1701 a capitania do Rio Grande do Norte passou a ser subordinada à capitania de Pernambuco, o que se constituiu sério entrave ao seu desenvolvimento. Apenas em 1824 recebeu o status de província, tornando-se Estado com a Proclamação da República, em 1889.

Devido à sua posição geográfica estratégica (é a costa mais próxima da Europa, pelo roteiro da África), o Rio Grande do Norte foi, por várias vezes, escolhido como local de experiências pioneiras da aviação transatlântica, ou base para abastecimento e apoio logístico a operações militares.

Durante a II Guerra Mundial os norte-americanos construíram, no tabuleiro do Parnamirim, uma grande base aérea, criando a Ponte do Atlântico para a África, de fundamental importância para a dominação do poderio nazista e a vitória dos aliados na guerra.

Nesse período, a cidade de Natal adquiriu traços de metrópole cosmopolita, onde conviviam estrangeiros de várias origens. Durante o período em que as jazidas de tungstênio abasteciam os arsenais de guerra, a pobreza da região era atenuada.
Fonte: www.mre.gov.br

 

Dados Demográficos

Capital: Natal

Região: Nordeste

População: 3.003.087 (estimativa 2005)

Área: 53.077,1 km2

Densidade demográfica: 52,3 habitantes por km2

Número de municípios: 167

Vegetação: mangue no litoral, faixa de floresta tropical e caatinga a oeste.

Clima: tropical no litoral e oeste e semi-árido no centro

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,705 (2000)

Participação no PIB Nacional: 0,9% (2003) 

 

Meio Ambiente

O clima predominante no Rio Grande do Norte é o tropical semi-árido, exceto na costa litorânea oriental e regiões de relevo mais elevado no interior, onde a umidade é alta e as temperaturas médias são de 20º C. No interior, as médias térmicas ficam em torno de 27º C, com pequenas variações ao longo do ano e chuvas escassas, cujo volume não ultrapassa 800 mm ao ano. As precipitações no litoral chegam a alcançar 1.000 a 1.500 mm por ano, sendo mais intensas nos meses de março e junho. As temperaturas mais quentes costumam ser registradas no mês de fevereiro.

Grande parte dos rios da bacia hidrográfica do Estado é temporária, em virtude da escassez de chuvas. Nas regiões do agreste e do litoral, no entanto, encontram-se rios perenes, que beneficiam as regiões por eles cortadas. Destacam-se entre os mais importantes do Estado os rios Mossoró, Apodi Assu, Piranhas, Potengi, Trairi, Jundiaí, Jacu, Seridó e Curimataú.

 

Culinária

A culinária do Rio Grande do Norte é influenciada pela colonização portuguesa e pela cultura indígena e se baseia nos frutos do mar, como o caranguejo.

No sertão destacam-se a carne de sol e as frutas regionais. Entre alguns pratos típicos podemos destacar o baião de dois, a carne-de-sol com banana da terra, a moqueca de carne verde, o sarapatel.

E entre os doces, o bolo de milho, o doce de caju em calda, o doce de jaca, o pudim de macaxeira, entre outros.

 
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