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01- Dia Mundial do Trabalho

O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889 por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à memória dos mártires de Chicago e ao que esse dia significou na luta dos trabalhadores por seus direitos.  

Numa greve geral, acontecida em 1o de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época, milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho com passeatas e discursos, reivindicando melhores condições de trabalho. A polícia reagiu violentamente e vários trabalhadores foram presos, feridos e mortos.
No Brasil, o 1o de maio também foi a data escolhida, pelo governo de Getúlio Vargas, para criar o salário mínimo (1940), medida que beneficiou diretamente mais de 1 milhão de trabalhadores, e a Justiça do Trabalho (1941), órgão responsável pela conciliação e julgamento dos dissídios individuais e coletivos, controvérsias oriundas de relações do trabalho e dos direitos trabalhistas.

Com sede em Brasília, a Justiça do Trabalho é composta pelo Tribunal Superior do Trabalho, por tribunais regionais e por juntas de conciliação e julgamento.
No Brasil, a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbem o trabalho infantil. Infelizmente, existem milhares de crianças de 5 a 14 anos de idade trabalhando em lavouras, carvoarias, olarias, pedreiras, mercado informal e atividades domésticas, sem nenhum tipo de remuneração e, o que é muito pior, sem direito de freqüentar a escola.
O trabalhador é peça-chave na sociedade. Por isso, todo e qualquer tipo de trabalho honesto deve receber admiração e respeito.

Sugestão de leitura: A galinha ruiva

Um conto popular inglês, Companhia Editora Nacional.
Uma galinha muito esperta mostra como é feio ser preguiçoso.

 

13- Abolição da Escravatura

A escravidão no Brasil teve início a partir da colonização, quando alguns grupos indígenas foram escravizados pelos colonizadores que aqui chegaram.

Os protestos da Igreja católica, a crescente resistência dos índios à escravidão e o crescimento do tráfico negreiro, substituiu a mão-de-obra indígena pela mão-de-obra negra.
Os escravos negros eram capturados nas terras onde viviam na África e trazidos à força para as Américas em grandes navios negreiros, em condições miseráveis e desumanas; muitos morriam durante a viagem, vítimas de doenças, maus tratos e fome.
Além da mão-de-obra fundamental nas plantações de cana-de-açúcar e algodão, o escravo era uma mercadoria que podia ser vendida, alugada, doada e leiloada. 

O escravo era visto na sociedade colonial como símbolo de poder e prestígio; quanto maior o número de escravos, maior a importância social de quem os possuía.
Por mais de três séculos, o trabalho escravo foi predominante na sociedade brasileira e o Brasil foi o último país da América a abolir a escravidão, quando, no dia 13 de maio de 1888, foi sancionada a Lei Áurea pela princesa Isabel, filha de D. Pedro II.

A lei determinou a libertação imediata dos cerca de 700 mil escravos que existiam no Brasil.

 

20- Aniversário da Cidade de Palmas

A cidade de Palmas é a capital e maior cidade do estado do Tocantins, na região norte do Brasil, resultante do desmembramento do estado de Goiás pela Constituição de 1988. 

Construída de forma planejada, a cidade foi fundada em 20 de maio de 1989. Seu nome foi escolhido em homenagem à comarca de São João da Palma, sede do primeiro movimento separatista da região, instalada na barra do rio Palma com o rio Paraná, em 1809.

Outro fator que influenciou na escolha do nome foi a grande quantidade de palmeiras existente na região. Desde a criação do estado em 1988, Miracema de Tocantins era a capital provisória.

Palmas tornou-se a capital definitiva de Tocantins em 1o de janeiro de 1990 e é considerada, pela Sociedade Brasileira de Arborização, uma das cidades mais arborizadas do país, recebendo o simpático apelido de “cidade ecológica”.

 

Dia das Mães

Prestar homenagens às mães é uma tradição bastante antiga. Na Grécia, havia uma festa em honra a Rhea, Mãe dos Deuses; os judeus faziam uma grande festa no início de março, chamada Matronalia.

Na Idade Média, os ingleses mais pobres moravam na casa de seus patrões e ficavam longe de suas famílias, por isso, foi criado o Mothering Day, que permitia aos empregados voltarem para seus lares para passar esse dia com suas mães.
A data como conhecemos hoje é uma criação moderna. Uma jovem professora norte-americana, Anna M. Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em profunda depressão. Preocupadas com tanto sofrimento, algumas amigas de Anna resolveram fazer uma festa para perpetuar a memória da mãe de Anna. 

Mas Anna queria que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, e começou a escrever aos ministros, jornalistas e políticos, buscando estabelecer o Dia das Mães. Sua campanha prosperou e, em 1911, o Dia das Mães foi celebrado em quase todos os estados norte-americanos.

Em 1914, o presidente Wilson decretou oficialmente o Dia das Mães como um feriado nacional, fixado no segundo domingo de maio de cada ano.
No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou o feriado.

 
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