Bahia PDF Imprimir E-mail



Origem e Formação do nome

A Bahia recebeu este nome do Capitão-mor Cristóvão Jacques que, encontrando-se diante de uma larga e ampla enseada, denominou-a baía.
Como chegou lá em 1º. de novembro de 1526, dia em que a Igreja festeja todos os santos, o nome completo passou a ser “Bahia de Todos os Santos”.

 

História do Estado

O Estado da Bahia foi o local onde, primeiramente, aportaram os portugueses no Brasil, em 1500. Seu povoamento teve início no ano de 1534, sob forte influência dos jesuítas.

A cidade de Salvador foi fundada em 1549 como a primeira capital do Brasil, pelo Governador-Geral Tomé de Souza. O tráfico de escravos africanos teve, na Bahia, um de seus principais pólos receptores no Brasil.

No século XVIII, a região foi atacada por holandeses, expulsos depois pelos portugueses, com o reforço de milhares de brasileiros, filhos de europeus com indígenas, que habitavam a terra.

Como primeiro foco de colonização portuguesa no Brasil, a Bahia manteve, por cerca de um século, o título de mais importante porto marítimo do hemisfério sul, movimentando intenso comércio com a Europa, Ásia e África, enquanto a criação de gado, o plantio da cana e o fabrico de açúcar impulsionavam a colonização do interior.

Em 1798, ocorreu na região a Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Alfaiates que, inspirada nas idéias da Revolução Francesa e da Inconfidência Mineira, propunha a independência, a igualdade racial, o fim da escravidão e o livre comércio entre os povos.

Teve a participação de escravos, negros libertos e pequenos artesãos da Bahia, que divulgaram, na ocasião, um manifesto conclamando o povo para um levante em defesa da República Baiense. O movimento foi delatado e reprimido. Alguns integrantes da facção mais popular foram condenados à morte e outros ao exílio.

Outro acontecimento marcante na história da Bahia foi a Guerra de Canudos, em 1897. A população humilde do sertão baiano passara a ver em Antonio Vicente Mendes Maciel, o Conselheiro, um líder espiritual messiânico que teve seu movimento violentamente sufocado por tropas federais, comandadas pelo major Moreira César.

A vila por ele fundada, Belo Monte, com 25 mil habitantes, foi inteiramente destruída e sua população massacrada. O episódio gerou o famoso livro Os Sertões, do escritor brasileiro Euclides da Cunha; A Guerra do Fim do Mundo, do escritor peruano Mario Vargas Llosa; e o filme épico Canudos, do cineasta Sérgio Resende.

Fonte: www.mre.gov.br

Dados Demográficos

Capital: Salvador

Região: Nordeste

População: 13.815.334 (estimativa 2005)

Área: 564.273 km2

Densidade demográfica: 23,2 habitantes por km2

Número de municípios no Estado: 417

Vegetação: floresta tropical, mangues litorâneos, caatinga e cerrado

Clima: tropical

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,688 (IDH 2000)

Participação no PIB Nacional: 4,7% (2003)

 

Meio Ambiente


O relevo do território baiano caracteriza-se por grande diversidade, que inclui a existência de dunas, planícies e manguezais no litoral; um planalto localizado na parte sudeste; uma região de clima e vegetação semi-áridos e a depressão do vale do rio São Francisco, que corta o Estado.

O Estado da Bahia possui extensão de 1.065 km coberta por cursos d’água. Sua costa litorânea tem 932 km de extensão.O principal rio do complexo hidrográfico do Estado da Bahia é o São Francisco, cuja bacia ocupa área de 304.421,4 km².

A bacia do São Francisco estende-se até o extremo norte do Estado, beneficiando, em seu curso, alguns centros econômicos e parte da sua região semi-árida.

Fonte: www.citybrazil.com.br

 

Culinária

A culinária do Estado da Bahia é a mais mestiça do País. Influenciada pela cultura indígena, portuguesa e acentuadamente pela africana, destaca-se pelo uso do leite de coco, azeite de dendê e pimenta.

O uso de peixe e frutos do mar é uma constante e no sertão é comum o uso da carne de bode. Seus doces caracterizam-se pelo uso do coco, abundante na região, e pelo milho.

 
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