Espírito Santo PDF Imprimir E-mail




Origem e Formação do nome

Por ser uma região litorânea o estado do Espírito Santo originou-se da criação várias capitanias que se estendiam por todo o litoral até os limites do Tratado de Tordesilhas.
Mais tarde, foram criadas novas capitanias - doada a Vasco Fernandes Coutinho, fidalgo português que aportou na região a 23 de maio de 1535. O nome do estado deu origem neste dia que era um domingo e dia do Espírito Santo.

História do Estado

O Estado do Espírito Santo originou-se da criação de uma capitania doada a Vasco Fernandes Coutinho, fidalgo português que aportou na região a 23 de maio de 1535. Tratava-se de um domingo do Espírito Santo, razão pela qual a capitania recebeu esse nome.

Os indígenas que habitavam a região apresentaram muita resistência ao processo colonizatório, recuando para a floresta e iniciando, a partir de então, uma luta de guerrilhas contra os portugueses, que se prolongaria até meados do século seguinte.

Além dos índios, os colonizadores tiveram ainda que enfrentar constantes incursões de piratas franceses, holandeses e ingleses na região. A partir do século XVII, com a criação dos primeiros engenhos de açúcar, o interior do Estado começou a ser povoado, desenvolvendo-se a atividade agrícola e o comércio.

No início do século XVIII, porém, a economia local entrou em processo de estagnação e a capitania, até então subordinada à Bahia, foi reintegrada à Coroa. Em 1810 adquiriu plena autonomia, passando a ser administrada por um Governador.

Com a chegada de imigrantes suíços, alemães, holandeses e açorianos, a partir de 1823, a economia da região voltou a crescer. Embora os fazendeiros tenham se arruinado com o fim da escravatura, em 1888, a grande corrente de imigração liderada por italianos, que se manteve de 1892 a 1896, fez crescer a cultura do café, saneando as finanças do Estado e permitindo o seu desenvolvimento.

Essa base agrícola histórica deu origem à denominação capixaba, dada às pessoas originárias do Estado do Espírito Santo, que, na língua indígena tupi, quer dizer terra boa para a lavoura.

Dados Demográficos

Capital: Vitória

Região: Sudeste

População: 3.408.365 (estimativa 2005)

Área: 46.047,3 km2

Densidade demográfica: 67,3 habitantes por km2

Número de municípios:78

Vegetação: floresta tropical, vegetação litorânea

Clima: tropical

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,765 (2000)

Participação no PIB Nacional: 1,9% (2003)

Meio Ambiente

O relevo divide-se em duas regiões distintas: a baixada litorânea, formada por extensos areais, praias e restingas, ocupando 40% do território e o planalto. Bastante acidentado, o planalto apresenta altitude média entre 600 e 700 metros, marcado por picos, vales, cachoeiras e grutas.

Na fronteira com Minas Gerais, com altitudes superiores a 1.000 metros, se eleva a Serra do Caparaó, ou da Chibata, local onde se encontra o Pico da Bandeira, com seus 2.890 metros, é o ponto culminante do Estado e um dos mais altos do Brasil.

O Espírito Santo reúne, em sua paisagem, semelhanças com os estados vizinhos, Rio de Janeiro e Bahia. Seus 400 quilômetros de praias se diversificam à medida que se aproximam desses Estados. As praias do norte são as mais primitivas, contando com as dunas e lagoas, as do centro são bastante desenvolvidas turisticamente, pois estão próximas da Capital e as do sul, muito freqüentadas, são o principal pólo turístico.

Além das praias há o manguezal do Rio Piraquê-Açu, considerado o quinto maior da América do Sul, moradia de garças brancas, caranguejos e outras espécies. Em Regência, balneário de Linhares, encontramos o projeto Tamar.

Na hidrografia do estado destacam-se o Rio Doce, com grande potencial econômico, e o Rio Benevente, com potencial turístico. A floresta tropical extinguiu-se quase completamente na parte sul do Estado, área de ocupação mais antiga. No norte podem ser encontradas ainda algumas reservas. A Serra do Caparaó, quase totalmente devastada, só apresenta vegetação campestre acima dos 1.000 metros de altitude. 

Culinária

A culinária do Espírito Santo é influenciada pela cultura indígena e dos diversos imigrantes que participaram de sua colonização, entre eles os árabes, os alemães e os italianos.

Entre alguns pratos típicos destacam-se a caranguejada, a galinha ao molho pardo, a moqueca capixaba, moqueca de camarão, moqueca de siri, pirão, pitu com raspas de coco e a torta capixaba.

Entre os pratos doces o beiju de folha, o bolo de fubá, o bolo de milho, a compota de laranja e o pudim de mandioca.

 
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